“Soberania não se declara; constrói-se.”
A ordem internacional atravessa uma fase em que interesses estratégicos voltaram a prevalecer sobre fórmulas retóricas. Neste cenário, o Brasil não pode tratar a soberania como um enunciado abstrato, nem como um tema restrito às Forças Armadas ou à diplomacia. Soberania é capacidade, e capacidade exige base econômica, instituições funcionais, defesa credível e escolhas coerentes.
Este livro parte de um ponto simples: um Estado fiscalmente frágil torna-se previsível para adversários e vulnerável a pressões externas. Sem disciplina orçamentária, a política de defesa perde continuidade; sem ambiente favorável ao investimento, a indústria nacional enfraquece; sem coordenação entre estratégia, economia e território, o país passa a reagir, em vez de conduzir.
Ao longo das páginas, o leitor encontrará uma análise técnica e direta sobre o novo equilíbrio de poder global, a centralidade de recursos e tecnologia, a função da dissuasão e os limites de uma política externa descolada do interesse nacional. A Amazônia surge como dimensão estratégica, não como tema ornamental, e o setor privado é tratado como elemento indispensável para inovação, autonomia produtiva e fortalecimento material do Estado.
Trata-se de uma obra para quem busca compreender como economia, defesa e geopolítica se conectam e por que o Brasil precisa abandonar improvisos, recuperar critérios e construir, com método, as condições de sua própria autonomia.
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R$49,90Preço
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